... por vezes precisamos de uma cunha para ir aqui ou ali ou para fazer isto ou aquilo, por isso, quando não custa nada e até vale a pena, porque não "dar uma mãozinha" a quem diz "podias pôr isto no teu blogue..."
Quando se trata de coisas que não têm assunto nenhum ou não se acredita, "faz-se de conta" ou diz-se "porque o blogue não está vocacionado para isso", etc e tal (desculpas não faltam), mas tratando-se de cenas sérias, em que se acredita que vale a pena colaborar (e é tão fácil! até já andei a dobrar os desdobráveis e tudo!) não custa mesmo nada e até dá gosto!
Verifiquem, comentem e visitem!...
Fui feliz!
Foi no dia 11 de Abril...
bem sei que já não está muito actualizado, mas a verdade é que fui feliz no dia 11 de Abril de 2008!
Chorei de alegria... o que não me acontece tão frequentemente quanto isso...
Eis o motivo:
bem sei que já não está muito actualizado, mas a verdade é que fui feliz no dia 11 de Abril de 2008!
Chorei de alegria... o que não me acontece tão frequentemente quanto isso...
Eis o motivo:
Este blog é meu, por isso faço o que me apetecer!
É verdade, descobri isso! Custou, mas descobri...
E porque é que vou fazer uso disso? Porque como é meu e posso geri-lo da maneira que me apetecer, significa que não só posso escrever quando me apetecer (mesmo sabendo que corro o risco de ninguém querer saber do blogue porque só de longe a longe é que tem actualizações), como posso escrever o que me apetecer... ainda que seja sobre acontecimentos não tão actuais, mas que me apetece escrever sobre eles! E posso ainda escrever hoje com datas passadas (mas pensando melhor acho que não vou fazer isso porque me soa a desonestidade)
Esta é apenas uma mensagem para dizer que fiquei com saudades de uma composição de há tempos, e mesmo tendo sido há uns tempos, vou recuperá-la pois alguns iluminados consideraram-na boazita e resolveram premiá-la... e o prémio foi gozado mais recentementeo que faz com que falar disso não seja tão disparatado assim! Para ser sincera, não foi só a composição que foi premiada, na altura premiaram toda a equipa que trabalhou na composição e noutras cenas: sim, digo cenas propositadamente, porque não foram mais do que cenas... e que cenas! Mas valeu bem a pena! Depois da composição colocarei o motivo pelo qual me parece que valeu a pena...
E rezava assim:
Vamos conhecer a empresa
Que se chama Muroplás
Se cantarmos todos juntos
Saberemos o que faz!
BADA BADUM…
Produzir peças em plástico
Através de injecção
Clientes / Fornecedores
Ganho / Ganho é a Missão!
BADA BADUM…
Nós queremos os processos
P’rá nossa Organização
Para isso precisamos
De um Modelo de Gestão…
BADA BADUM…
NP EN ISO
9001-2000
Foi a Norma que adoptamos
Nesta unidade fabril.
BADA BADUM…
Com várias actividades
O processo é criado
Com entradas e saídas
E valor acrescentado.
BADA BADUM…
A Política da empresa
Há muito desenvolvida
Consiste em oito princípios
P’rá Qualidade de Vida!
BADA BADUM…
Para haver actividades
Há que recrutar pessoas
Se os processos estão capazes
É porque são mesmo boas!
BADA BADUM…
O organigrama mostra
Como nos organizamos
Pois é nele que inserimos
Os Recursos Humanos…
BADA BADUM…
Uma empresa não existe
Sem haver hierarquia
Gestores e Participantes
São a nossa mais-valia
BADA BADUM…
Participante Efectivo
Antes foi Auxiliar
Aprendeu bem as tarefas
Que tinha a realizar…
BADA BADUM…
Para chegar a Gestor
Teve que ser nomeado
Pelo Gestor do Sistema
De um nível mais elevado.
BADA BADUM…
Distribuidoras de Custos
Ou apenas de Gestão
As nossas actividades
Têm esta divisão.
BADA BADUM…
Acções de Informação
De Correcção ou Correctivas
Podemos fazer registos
Sem esquecer as Preventivas.
BADA BADUM…
E está quase a terminar
Já só nos falta medir
Eficiência e Eficácia
Ver se estamos cumprir.
BADA BADUM…
Se ganharmos muitos pontos
A meta foi alcançada
Cumprimos os requisitos
Desta longa caminhada.
O juri decidiu, está decidido!
E o prémio daquilo que parecia uma criancice, ou uma palhaçada (embora tivesse havido algumas almas mais benevolentes que consideraram "muita imaginação" e "jeito para a coisa") foi este:

E porque é que vou fazer uso disso? Porque como é meu e posso geri-lo da maneira que me apetecer, significa que não só posso escrever quando me apetecer (mesmo sabendo que corro o risco de ninguém querer saber do blogue porque só de longe a longe é que tem actualizações), como posso escrever o que me apetecer... ainda que seja sobre acontecimentos não tão actuais, mas que me apetece escrever sobre eles! E posso ainda escrever hoje com datas passadas (mas pensando melhor acho que não vou fazer isso porque me soa a desonestidade)
Esta é apenas uma mensagem para dizer que fiquei com saudades de uma composição de há tempos, e mesmo tendo sido há uns tempos, vou recuperá-la pois alguns iluminados consideraram-na boazita e resolveram premiá-la... e o prémio foi gozado mais recentementeo que faz com que falar disso não seja tão disparatado assim! Para ser sincera, não foi só a composição que foi premiada, na altura premiaram toda a equipa que trabalhou na composição e noutras cenas: sim, digo cenas propositadamente, porque não foram mais do que cenas... e que cenas! Mas valeu bem a pena! Depois da composição colocarei o motivo pelo qual me parece que valeu a pena...
Para que melhor entendam, tratou-se de um dia diferente, numa empresa diferente, que pretendia envolver os seus colaboradores na implementação de processos de acordo com a norma de gestão NP EN ISO 9001:2000. Chamaram-lhe "Dia dos Progr(c)essos"...
Venha lá a composição:
(é com o som de fundo "bada badum, badum, badum badum badero", até porque é a melodia que torna mais fácil fazer rimar seja o que for... experimentem!)E rezava assim:
Vamos conhecer a empresa
Que se chama Muroplás
Se cantarmos todos juntos
Saberemos o que faz!
BADA BADUM…
Produzir peças em plástico
Através de injecção
Clientes / Fornecedores
Ganho / Ganho é a Missão!
BADA BADUM…
Nós queremos os processos
P’rá nossa Organização
Para isso precisamos
De um Modelo de Gestão…
BADA BADUM…
NP EN ISO
9001-2000
Foi a Norma que adoptamos
Nesta unidade fabril.
BADA BADUM…
Com várias actividades
O processo é criado
Com entradas e saídas
E valor acrescentado.
BADA BADUM…
A Política da empresa
Há muito desenvolvida
Consiste em oito princípios
P’rá Qualidade de Vida!
BADA BADUM…
Para haver actividades
Há que recrutar pessoas
Se os processos estão capazes
É porque são mesmo boas!
BADA BADUM…
O organigrama mostra
Como nos organizamos
Pois é nele que inserimos
Os Recursos Humanos…
BADA BADUM…
Uma empresa não existe
Sem haver hierarquia
Gestores e Participantes
São a nossa mais-valia
BADA BADUM…
Participante Efectivo
Antes foi Auxiliar
Aprendeu bem as tarefas
Que tinha a realizar…
BADA BADUM…
Para chegar a Gestor
Teve que ser nomeado
Pelo Gestor do Sistema
De um nível mais elevado.
BADA BADUM…
Distribuidoras de Custos
Ou apenas de Gestão
As nossas actividades
Têm esta divisão.
BADA BADUM…
Acções de Informação
De Correcção ou Correctivas
Podemos fazer registos
Sem esquecer as Preventivas.
BADA BADUM…
E está quase a terminar
Já só nos falta medir
Eficiência e Eficácia
Ver se estamos cumprir.
BADA BADUM…
Se ganharmos muitos pontos
A meta foi alcançada
Cumprimos os requisitos
Desta longa caminhada.
O juri decidiu, está decidido!
E o prémio daquilo que parecia uma criancice, ou uma palhaçada (embora tivesse havido algumas almas mais benevolentes que consideraram "muita imaginação" e "jeito para a coisa") foi este:
Valeu a pena fazer figurinhas tristes, não valeu?! eheheh
Nota: isto acompanhado com uns acordes na viola de quem pouco ou quase nada sabe tocar ainda pareceu mais catita!
Gosto de atravessar a rua na passadeira!
Às vezes sou condutora de viatura, outras vezes sou "peona" ou "peã" (agora que penso nisso, não sei qual é o feminino de peão...). E isto acontece com a grande parte dos condutores e peões que andam por aí. Dependendo da altura ou circunstância, ora são condutores, ora são peões; mas reparem que estou a falar exactamente das mesmas pessoas, são as mesmas pessoas que ora desempenham um papel, ora desempenham outro. E o que acontece é isso mesmo: as pessoas, ao desempenharem os seus papéis, assumem-nos com todas as suas características: as mais positivas e as mais negativas.
1. Vejamos um peão que precisa de ir ao banco que fica do outro lado da rua, e até tem uma passadeira 50 metros à sua esquerda e outra a 100 metros à sua direita. Parece óbvio o que o peão vai fazer: vai atravessar na passadeira que fica a 50 metros do local onde se encontra por ser mais próxima... ERRADO! O comum dos peões não faz isso, nem sequer opta pela outra passadeira. O comum dos peões atravessa a rua, para se dirigir ao banco, exactamente ali, no local onde se encontra, ignorando a existência das passadeiras (sendo duas, uma de cada lado; e uma delas encontra-se a escassos 50 metros!);
2. Temos agora um condutor, que passa junto daquele mesmo banco na sua viatura. O condutor até abranda porque se aproxima de uma passadeira (e deve pelo menos perceber se existe algum peão por ali, pois é junto da passadeira que ele espera encontrar peões). Depois de passar pela passadeira, então sim, atravessa à sua frente um peão, em passo acelerado (porque estava fora da passadeira e queria fazer aquela travessia o mais rapidamente possível). O condutor nem hesita, faz logo uso da sua buzina (que segundo o código deve ser usada em situações de perigo iminente); e ainda se põe a dirigir algumas palavras pouco simpáticas ao peão "não sabes que há passadeiras?", "merecias era que te passasse por cima"... e outras. Na maioria dos casos, o peão não ouve nenhum destes comentários.
Quantas vezes já alguém esteve num papel destes? (pode não ser um banco que está do outro lado da rua, pode ser outra coisa qualquer, concentrem-se na travessia)
É por essas e por outras que eu gosto de atravessar nas passadeiras... se todos gostassem, enquanto condutora, aborrecia-me menos e enquanto peã ou peona ou seja lá o que for, sempre penso que, em caso de atropelamento, poderia haver alguma indemnização para quem ficasse...
PS1: este post ficou um pouco dramático no final, mas confesso que este é um (ou são dois) receio(s) que tenho: ser atropelada ou atropelar alguém.
PS2: apesar de passar a vida na brincadeira (quem me conhece sabe bem como é dífícil falar a sério comigo), há assuntos dos quais não se pode fugir e apelo à reflexão sobre este...
Digam lá comigo: GOSTO DE ATRAVESSAR A RUA NA PASSADEIRA!
1. Vejamos um peão que precisa de ir ao banco que fica do outro lado da rua, e até tem uma passadeira 50 metros à sua esquerda e outra a 100 metros à sua direita. Parece óbvio o que o peão vai fazer: vai atravessar na passadeira que fica a 50 metros do local onde se encontra por ser mais próxima... ERRADO! O comum dos peões não faz isso, nem sequer opta pela outra passadeira. O comum dos peões atravessa a rua, para se dirigir ao banco, exactamente ali, no local onde se encontra, ignorando a existência das passadeiras (sendo duas, uma de cada lado; e uma delas encontra-se a escassos 50 metros!);
2. Temos agora um condutor, que passa junto daquele mesmo banco na sua viatura. O condutor até abranda porque se aproxima de uma passadeira (e deve pelo menos perceber se existe algum peão por ali, pois é junto da passadeira que ele espera encontrar peões). Depois de passar pela passadeira, então sim, atravessa à sua frente um peão, em passo acelerado (porque estava fora da passadeira e queria fazer aquela travessia o mais rapidamente possível). O condutor nem hesita, faz logo uso da sua buzina (que segundo o código deve ser usada em situações de perigo iminente); e ainda se põe a dirigir algumas palavras pouco simpáticas ao peão "não sabes que há passadeiras?", "merecias era que te passasse por cima"... e outras. Na maioria dos casos, o peão não ouve nenhum destes comentários.
Quantas vezes já alguém esteve num papel destes? (pode não ser um banco que está do outro lado da rua, pode ser outra coisa qualquer, concentrem-se na travessia)
É por essas e por outras que eu gosto de atravessar nas passadeiras... se todos gostassem, enquanto condutora, aborrecia-me menos e enquanto peã ou peona ou seja lá o que for, sempre penso que, em caso de atropelamento, poderia haver alguma indemnização para quem ficasse...
PS1: este post ficou um pouco dramático no final, mas confesso que este é um (ou são dois) receio(s) que tenho: ser atropelada ou atropelar alguém.
PS2: apesar de passar a vida na brincadeira (quem me conhece sabe bem como é dífícil falar a sério comigo), há assuntos dos quais não se pode fugir e apelo à reflexão sobre este...
Digam lá comigo: GOSTO DE ATRAVESSAR A RUA NA PASSADEIRA!
As coisas que eu aprendo...
Acção substantivo feminino
1. acto ou efeito de agir;
2. maneira de proceder; actuação; comportamento;
3. acto; obra;
(...)
In-
prefixo que exprime a ideia de negação, falta, inclusão, interioridade ou de movimento para dentro, e que toma a forma im- antes de b e p, e a forma i- antes de l, m, n, e r;
Inacção substantivo feminino
1. falta de acção; inércia;
2. estado de quem gasta o tempo sem se dedicar a alguma coisa; ócio;
3. indolência; preguiça;
4. falta de decisão ou determinação; (De in- + acção)
Fui pesquisar ao Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora Online (Infopédia) e foi isto que encontrei.
Qual a surpresa?
TODA!!!
Porquê?
Porque no significado de "Inacção" deveria também aparecer "5. Acção"
Foi isso que eu aprendi: uma inacção também é uma acção! Espanto? Parece estranho, não é verdade? Mas é um facto.
É só reparar neste episódio (ou situação): quero fazer algo, apetece-me, tenho vontade... e o que quero fazer é daqui a uns dias... e até é necessário adquirir antecipadamente bilhete para participar... e os dias passam... e chega a data do acontecimento e do que é que me apercebo? A data chegou e não tenho o bilhete! Porquê? Porque não fui comprar. Lógico, não é? Pois é, é tão lógico e custa tanto a aprender!
Mas já reparei que não sou a única a quem isto acontece. Já alguém se apercebeu de lhe acontecer uma situação como esta? A escolha foi feita sem nada se fazer. Incrível!
É a vida...
Nunca tinha pensado nisto até me terem alertado (obrigada ;-)).
Agora já penso sobre isto e não posso contrariar a teoria, porque é evidente. Lógico, não é?
O problema é que ainda não está sempre presente no consciente... e a situação permanece: continuamos a ter inacções que acabam por ser sinónimos de acções e a terem as consequências que também têm as acções...
Que situação!
1. acto ou efeito de agir;
2. maneira de proceder; actuação; comportamento;
3. acto; obra;
(...)
In-
prefixo que exprime a ideia de negação, falta, inclusão, interioridade ou de movimento para dentro, e que toma a forma im- antes de b e p, e a forma i- antes de l, m, n, e r;
Inacção substantivo feminino
1. falta de acção; inércia;
2. estado de quem gasta o tempo sem se dedicar a alguma coisa; ócio;
3. indolência; preguiça;
4. falta de decisão ou determinação; (De in- + acção)
Fui pesquisar ao Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora Online (Infopédia) e foi isto que encontrei.
Qual a surpresa?
TODA!!!
Porquê?
Porque no significado de "Inacção" deveria também aparecer "5. Acção"
Foi isso que eu aprendi: uma inacção também é uma acção! Espanto? Parece estranho, não é verdade? Mas é um facto.
É só reparar neste episódio (ou situação): quero fazer algo, apetece-me, tenho vontade... e o que quero fazer é daqui a uns dias... e até é necessário adquirir antecipadamente bilhete para participar... e os dias passam... e chega a data do acontecimento e do que é que me apercebo? A data chegou e não tenho o bilhete! Porquê? Porque não fui comprar. Lógico, não é? Pois é, é tão lógico e custa tanto a aprender!
Mas já reparei que não sou a única a quem isto acontece. Já alguém se apercebeu de lhe acontecer uma situação como esta? A escolha foi feita sem nada se fazer. Incrível!
É a vida...
Nunca tinha pensado nisto até me terem alertado (obrigada ;-)).
Agora já penso sobre isto e não posso contrariar a teoria, porque é evidente. Lógico, não é?
O problema é que ainda não está sempre presente no consciente... e a situação permanece: continuamos a ter inacções que acabam por ser sinónimos de acções e a terem as consequências que também têm as acções...
Que situação!
Quando me apercebo...
E não é que quando olho para o calendário me apercebo que ainda não escrevi no meu blogue este mês?
Como ficam os meus fãs?
Não é bonito...
É reprovável!
Como ficam os meus fãs?
Não é bonito...
É reprovável!
A responsabilidade social de divulgar...
Sou fã do Youtube!
Assumo isso publicamente!
Basta lembrar-me de um ou outro tema ou assunto, escrevo lá na caixinha uma palavrinha qualquer e "tcharaaamm" aparece algum vídeo sobre isso. Maravilhas da Natureza, ou não, corrigindo, agora diz-se "Maravilhas da Tecnologia"... e com isto, criam-se vícios: é mesmo quase impossível lembrar-me de algo e não ir lá ver se alguém se lembrou de colocar lá um vídeo, muito giro! Muito giro mesmo!
Mas esta cena dispensa qualquer tipo de apresentações: toda a gente tem este vício e assume (como eu), ou tem o vício e não assume, ou vai até lá de vez em quando, ou sabe que existe, ou então há alguém na família que já ouviu falar mas nem sabe bem do que se trata. Nota: agradeço que me informem se descobrirem alguma outra forma possível de conhecer ou não conhecer o Youtube...
Por outro lado, pode-se sempre dar uma ajudinha na apresentação de outro tipo de sites que porventura não serão tão conhecidos como o Youtube, mas podem vir a ser!
http://forumportucalense.pt/
O Fórum Portucalense - Associação Cívica para o Desenvolvimento do Norte convida toda a gente (mesmo toda: os que não souberem ler, se já tiverem testemunhos para dar, nem que seja um "uhaaa", podem também colaborar) a registar-se no site e a contribuir para o debate. Pode-se dizer bem, pode-se dizer mal, pode só dizer-se, o importante é que se diga (onde se refere diga ou dizer, deve ler-se escreva ou escrever).
É muito interessante!
Aconselho vivamente uma passagem (com estadia) por estas bandas... sendo um local ao qual se pode sempre voltar...
Assumo isso publicamente!
Basta lembrar-me de um ou outro tema ou assunto, escrevo lá na caixinha uma palavrinha qualquer e "tcharaaamm" aparece algum vídeo sobre isso. Maravilhas da Natureza, ou não, corrigindo, agora diz-se "Maravilhas da Tecnologia"... e com isto, criam-se vícios: é mesmo quase impossível lembrar-me de algo e não ir lá ver se alguém se lembrou de colocar lá um vídeo, muito giro! Muito giro mesmo!
Mas esta cena dispensa qualquer tipo de apresentações: toda a gente tem este vício e assume (como eu), ou tem o vício e não assume, ou vai até lá de vez em quando, ou sabe que existe, ou então há alguém na família que já ouviu falar mas nem sabe bem do que se trata. Nota: agradeço que me informem se descobrirem alguma outra forma possível de conhecer ou não conhecer o Youtube...
Por outro lado, pode-se sempre dar uma ajudinha na apresentação de outro tipo de sites que porventura não serão tão conhecidos como o Youtube, mas podem vir a ser!
http://forumportucalense.pt/
O Fórum Portucalense - Associação Cívica para o Desenvolvimento do Norte convida toda a gente (mesmo toda: os que não souberem ler, se já tiverem testemunhos para dar, nem que seja um "uhaaa", podem também colaborar) a registar-se no site e a contribuir para o debate. Pode-se dizer bem, pode-se dizer mal, pode só dizer-se, o importante é que se diga (onde se refere diga ou dizer, deve ler-se escreva ou escrever).
É muito interessante!
Aconselho vivamente uma passagem (com estadia) por estas bandas... sendo um local ao qual se pode sempre voltar...
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