Reflexão pessoal/reconhecimento: o facebook e os blogues

Um reflexão parece-me óbvia:
O facebook é o centro dos acontecimentos: uma plataforma de comunicação como não existe igual (actualmente e do meu conhecimento)(citado por Marta Oliveira em 28 de Janeiro de 2012).
Entendo o blogue como algo mais elaborado, não tão simples como o facebook (onde é muito simples "postar" ou "comentar" ou fazer o "like"; o blogue parece um segundo nível; é semelhante aos jogos electrónicos, em que há um primeiro nível, em que toda a gente faz o que quer e joga à vontade... Mas nem todos passam para o segundo nível...
A questão é que, com um pouco de força de vontade, assim num dia em que se acorde com a disposição para isso, facilmente se cria um blogue e se coloca o primeiro post! E pronto, já se está num segundo nível.
Mas tal como nos jogos electrónicos, depois do primeiro e do segundo nível, vêm os níveis mais difíceis... e esses já não são mesmo para qualquer um!
O terceiro nível passa por manter o blogue actualizado e os níveis seguintes passam por reduzir a periodicidade das actualizações!
É que manter um blogue actualizado, de modo a que os seguidores mantenham o gozo em acompanhar o blogue, não é fácil!
É necessário fazer disto um vício, ser mesmo viciante, como acontece com os jogos electrónicos para se poder passar para os níveis seguintes!
Por isso, aproveito este post para "parabenizar" (um termo do Brasil que acho muito bom e por isso decidi importar), que quer dizer, dar os parabéns a todos aqueles que, não só criaram os seus blogues, mas também os mantêm actualizados com novos posts, com regularidade. Aproveito também por incentivar aqueles que têm os seus blogues e não os "alimentam", que façam um esforço por mantê-los... deve desenvolver mais o intelecto dos que os jogos electrónicos (parece-me a mim, que não percebo nada disto!)
E para aqueles que acompanham os blogues, não deixem de comentar aquilo que acompanham... no facebook, é muito fácil colocar "like" em qualquer post, também nos blogues é muito fácil comentar - vamos passar para o segundo nível no que se refere aos seguidores!

O paradoxo do nosso tempo - George Carlin

Descobri George Carlin e alguns dos seus dizeres..,

Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, conduzimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, vemos demasiada televisão e raramente rezamos.

Multiplicamos os nossos bens, mas reduzimos os nossos valores.

Falamos demais, amamos raramente, odiamos frequentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; somamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos à Lua e voltamos, mas temos dificuldade em atravessar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio espaço.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não o nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planeamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a apressar-nos e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas comunicamos menos.

Estamos na era da 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; dos lucros acentuados e das relações vazias.

Esta é a era de dois empregos, vários divórcios, casas de luxo e lares despedaçados.

Esta é a era das viagens rápidas, das fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na montra e muito pouco na dispensa.

Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão cá sempre.
Por isso, valorize o que tem e as pessoas que estão consigo.

Hoje!

Somos felizes?


Alguns meios de comunicação social, estes dias, referiram um estudo do Instituto da Felicidade que pretendia conhecer melhor o estado da felicidade nos portugueses. Parece-me que este estudo tem apontamentos muito curiosos. Partilho:




http://www.institutodafelicidade.com.pt/pdf/felicidade.pdf

A vida é como um espelho... (adaptado)

Perguntaram a Mahatma Gandhi quais eram factores que destruiam o ser humano, ele respondeu:

"A Política, sem princípios;
o Prazer, sem compromisso;
a Riqueza, sem trabalho;
a Sabedoria, sem carácter;
os negócios, sem moral;
a Ciência, sem humanidade;
a Oração, sem caridade."

E continuou:

"A vida ensinou-me que...
as pessoas são amáveis, se eu for amável;
que as pessoas são tristes, se eu for triste;
que todos me querem bem, se eu lhes quiser bem;
que todos são maus, se eu os odiar;
que há rostos sorridentes, se eu lhes sorrir;
que há faces amargas, se eu for amargo;
que o mundo está feliz, se eu estiver feliz;
que as pessoas ficam com raiva, quando eu estiver com raiva;
que as pessoas são agradecidas, se eu for agradecido.

A vida é como um espelho: se sorrires para o espelho, ele sorri para ti.

A atitude que eu tomar perante a vida, é a mesma que a vida vai tomar perante mim!"